sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Busca

Já via no teclado as letras apagadas pelo uso, as maravilhosas histórias que eram contadas acabavam com a tinta. Tudo ia para o meu arquivo pessoal, até que resolvi abrir as gavetas e deixar as ideias surgirem, saírem do clichê. O problema é que essas histórias não emergiam, estavam sufocadas pela responsabilidade de cumprir prazos e de trabalhar.


Foi assim que a minha inspiração foi embora, não sei onde ela está agora, mas se alguém encontrar, peço que a devolva, ela faz uma falta...

sábado, 30 de julho de 2011

Parquinho

As crianças que, hoje, brincam no parquinho imaginam que a Sininho realmente existe e que um beijo em uma ferida é capaz de curá-la. Que o monstro embaixo da cama é o pior pesadelo e que Papai Noel passa o ano inteiro se preparando para o Natal seguinte. Acham que crescer é besteira e que vão sempre pensar e agir da mesma maneira. Quem nunca teve como ídolo o eterno, literalmente, Peter Pan?


Gosto de me sentar ao redor de tanta cor, de tanta vida, e o lugar que encontro com essa descrição é um parquinho. Bom, eu não faço o uso que deveria fazer, afinal nem tenho mais idade para isso, mas achei algumas leituras interessantes. Vamos a elas:


Iniciemos pelo mais clássico dos brinquedos, o balanço. Eu não subo nele para imitar o Tarzan, muito menos para pensar ser um astronauta que voa cada vez mais alto por dentre o céu. Mas vejo um movimento de vem e vai... Uma indecisão, uma mente confusa. Enquanto avançar por entre as nuvens com os pés para frente gera o medo do que não conhecemos, regredir e se manter atrás é mais confortável.


Em um movimento oposto está a gangorra. Enquanto os mais novos a usam para pôr a dupla "de castigo", eu, mais uma vez, observo o movimento. Ao contrário do balanço, a gangorra vai para cima e para baixo, representando os momentos bons e ruins que todos, sem exceção, temos. Alguns dias nos sentimos radiantes, queremos ir ao infinito e além, mas em outros momentos, é necessário dobrar os joelhos, para ficar mais confortável, bem pertinho do chão.


Fazendo um movimento alternativo, e o que mais gosto, está o escorrega. Este nos revela muito mais do que parece... A queda é muito rápida e nos gera um frio na barriga, um medo. Quantas vezes não acertamos "em cheio" o chão após uma descida em alta velocidade? Alguns espertinhos tentam subir pelo lado contrário, mas é muito mais difícil. Porém, nunca devemos nos esquecer, que há sempre a escada, basta que você se levante e contorne o brinquedo. Dê a volta por cima.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Proteção Familiar

Quando eu era pequena, tinha medo. Medo de tudo aquilo que fosse maior do que eu, ou seja, muita coisa. Tinha meus pais para escovar meus dentes e pentear meus cabelos. Para me contar uma história na beirada da cama até que pegasse no sono. Eles estavam la´se precisasse de alguém para segurar minha mão.


Hoje, tenho medo de tudo aquilo que desconheço. De tudo aquilo que não posso apalpar, conhecer, desvendar. Ainda tenho meus pais, porém, eles não seguram na minha mão nem espantam o monstro que dormia, ou dorme?, embaixo da minha cama. Eles formam uma rede de proteção.


Imagine uma criança, pequena e frágil, fazendo uma brincadeira clássica, andar sobre a mangueira fingindo ser uma corda bamba. Se ela cair não passa do chão. É o que os pais fazem, não te deixam ficar pior, mesmo se você estiver apertado, com um chão prestes a desmoronar, como a corda, eles estarão por baixo.


Enfim, a ideia do medo me surgiu durante o almoço, porém associada ao conceito de máscara, mas como não consegui formular um pensamento, deixo para o próximo post.  

sábado, 9 de julho de 2011

Precisamos de Mais Olhos

Estamos sempre acostumados a ouvir notícias bombásticas de filho que matou os pais, de aluno que levou arma para a sala de aula e de criança sendo jogada pela janela. Além de sequestros, assaltos e assassinatos.
Mas, a tela da televisão nos faz crer que esse tipo de coisa só acontece com "eles", com a 3ª pessoa do plural. O "eu" nunca é cogitado. Acreditamos que nunca vamos sofrer nada de ruim. Até que sofremos. 

Porém, não vou comentar sobre feridas físicas, mas sim, sobre as psicológicas. Quando esse assunto é mencionado a primeira coisa que me vem à mente é respeito. Podemos ter opiniões próprias sobre tudo e todos, mas elas devem ser próprias, o que significa dizer: não ficar contando para todos, ainda mais se sua opinião for contra alguém.

As crianças têm a proeza de não serem culpadas se falarem algo desagradável, pois não sabem o quão desrespeitoso é. O que me incomoda são os adultos que, por não serem mais pequenos, falam pelas costas. Fofoca, intriga, é aí que tudo começa, com um simples comentário que se torna uma bola de neve.

E se a pessoa for de sua família? A situação é pior ainda. Falar mal do tio, pai, avó para outros é inacreditável. Será que algum de nós já parou para pensar o quão ruim deve ser saber que sua neta, cunhada ou mesmo filha te alfineta pelas costas? Certamente, já fizemos isso... é natural você querer que os outros saibam dos seus pontos de vista. Mas, é necessário faltar com o respeito para isso? A resposta DEVE ser "não".

 Esse tema foge um pouco do meu controle, muitos diriam que é "problema de adulto", mas, se alguém entendeu meu recado significa que até uma menina de 14 anos respeita os outros, uma vez que não foi preciso faltar com o respeito para escrever esse post, muito menos citar nomes.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Reflexões Sem Sentido em Uma Noite Vazia

Já tinha que estar dormindo, mas não consigo... Perguntas, dúvidas, diferentes tipos de questionamentos pairam ao meu redor. Palavras como "Por que?" e, o próprio "Como?" iniciam uma sentença, de morte?
Penso em tudo o que já fiz, "Bastante coisa para tão pouco tempo de vida", diriam os mais velhos. "Só?", os invejosos. "Como?", eu me questiono. 
Não chegarei a lugar nenhum com perguntas sem sentido em um blog qualquer, não faço reflexões coerentes, só o que me vem à cabeça. Assim como o símbolo do infinito que liga duas pontas, tento atar o presente ao passado, para que no futuro eu saiba que tenho uma trama de fios na qual me sustentar, se cair. Se. 


...


Conversava com uma amiga sobre nada. Ela me falava de seus problemas, a avó quase morrendo no hospital, um amor não correspondido e notas cada vez piores, para início de conversa. Eu só ouvia, com atenção. Percebia a veracidade dos fatos em cada toque de dor que as palavas tinham e, creio eu, que essa conversa foi uma das inspirações para esse post, provavelmente o mais sem sentido que já fiz. Provavelmente. Tentei a consolar, de todos os jeitos, não sabia qual era essa sensação, mistura de pontos negativos, mas queria ouvir e queria poder dizer que tudo ia ficar bem, mas eu não sabia. Me toquei que não sabemos de nada, mas o pouco que aprendi quando criança foi o suficiente para que ela sorrisse. 
Eu disse: "Depois de toda tempestade sempre vem o arco-íris."


Por não achar maneira melhor de completar esse texto, o deixo assim, vazio. As palavras acima representam o que sinto, em uma noite qualquer, quando já deveria estar dormindo.

sábado, 4 de junho de 2011

Memória de Papel

        Nunca gostei de arrumar o quarto, principalmente quando é para mexer em material escolar, mas tive de fazê-lo.
        Comecei a retirar sacos do fundo do armário, os livros poderiam ficar. Fol has e mais folhas, devidamente separadas por disciplina ocuparam o chão de meu quarto.
        É inevitável olhar para tudo aquilo e não querer reler suas respostas e lembrar de seus antigos pensamentos.
        Comecei a passar o olho por folhas de português, depois matemática e, enquanto voltava no tempo, o mundo ao meu redor avançava. Eu estava lá, ligada àquelas memórias. Vivia uma vez mais aquela realidade, queria que o ontem fosse o amanhã de hoje, como eu queria...
        Ao me deparar com uma folha de fichário que falava sobre análise de planos e justificativa para determinadas escolhas, desabei em lágrimas. Aquela aula, uma das poucas eu possuía gravada na íntegra, me voltou à mente, como um filme. A diferença é que eu não podia reiniciar nem congelar aquele momento com um simples botão.
        Conseguia ver meu professor explicando, ou, pelo menos, criando suposições para a imagem de “Abbey Road”, o 12° disco dos Beatles. Suas palavras ecoavam em minha cabeça e me via, sentada, achando fantástico tudo o que ele dizia, com a caneta roxa em mãos. Só tinha boas lembranças daquele dia ingênuo.
        E, agora, ao sair de transe, escuto os mesmos Beatles daquele momento passado me dizendo: “Get Back, Get Back, Get Back to where you once belonged”, como eu queria...

sábado, 21 de maio de 2011

NY

Quem disse que a ficção não imita a realidade tinha razão, até certo ponto. NY, cenário ideal para qualquer tipo de filme, desde perseguições alucinantes até o encontro final do casal apaixonado. Eu fui, andei e adorei! Me senti em um longa metragem, não só pelo tamanho gigantesco de tudo, mas por fatos que para nós só existem na TV, como sair do avião e ver um monte de gente com aquelas plaquinhas esperando a pessoa cujo nome estava escrito chegar!
O frio de rachar pede uma bagle e um café antes de sair para mais um dia andando pela cidade, sim, em NY é possível andar a cidade toda, desde o Battery Park até o Guggenheim!
"Se o mundo precisasse de uma capital, ela teria que ser NY!" é o que meu pai sempre diz e, vamos concordar, que é verdade. O curioso é como a arquitetura se complementa, prédios antigos ao lado de arranha-céus não parecem mais feios ou antiquados, pelo contrário, eles dão para a cidade um ar que é impossível descrever, um ar que só NY tem, uma magia espetacular. Por falar em magia, quer imagem mais bonita do que Times Square? Com todos os letreiros que fazem você querer ter uns 200 olhos só para poder apreciar cada um deles e todos ao mesmo tempo... E o Central Park? No verão, árvores verdes rodeiam a paisagem e nos convidam a ver os pássaros e esquilos que passam por ali. É um lugar tão fantástico que ate mesmo no inverno é bonito, pois a paisagem fica cheia de galhos secos e branquinhos, dando um ar de sofisticação. As imagens abaixo foram tiradas da minha câmera e representam uma das vistas mais belas que já vi.




Não posso deixar de comentar sobre as compras, a cidade é um paraíso para os consumistas. Muito fácil de encontrar o que quer e o que não quer também, ou que não está procurando e se surpreende por não existir aqui. Sem falare nos aparelhos eletrônicos e na moda.
Minha única decepção foi com a Estátua da Liberdade, que parece muito maior e mais bela nos filmes. Não me julguem mal, mas acho o Cristo, o nosso Cristo Redentor mais bonito!
Multiculturalismo é um termo bem empregado para aqueles que não conhecem. A cidade vai muito além de orientais e ocidentais andando na mesma calçada, é um outro povo, uma mistura que chega a incomodar os ouvidos de tantas línguas diferentes ao mesmo tempo.
Todos essas culturas dão origem a muitos restaurantes diversificados, mas a comida, ao meu ver, deixa muito a desejar, uma vez que eles usam muita pimenta e pouco sal. Em um caso de vida ou morte, ter um Mc Donald's em cada esquina já não parece tão exagerado.
NY, plano de fundo para um bom livro, com tudo pertinho fica difícil não se sentir bem. Então, que tal colocar The Big Apple nas páginas do livro de sua vida?


terça-feira, 3 de maio de 2011

Blog do Futuro

Pelo título da postagem parece que vou falar sobre os avanços tecnológicos e como isso pode gerar mudanças nos blogs no futuro. Mas, não. Dessa vez, o "Blog do Futuro", ao qual me refiro, é o próprio blog que temos hoje, porém como ele será no futuro. 
Um dia desses estava em casa buscando inspiração para escrever uma história, para, quem sabe, publicar aqui depois e comecei a pensar neste blog... Como será que ele vai estar daqui a alguns anos. Supondo que ele ainda exista, estarei escrevendo sobre as mesmas coisas, com o mesmo pensamento? Certamente não. Com a mesma frequência? Talvez. Com o mesmo amor que hoje tenho pela escrita? Espero que sim.
As pessoas mudam e a cada dia temos novas ideias e novos sonhos, inclusive um humor diferente, afinal, é impossível alguém estar sempre feliz ou triste. Se já somos pessoas diferentes em um espaço de apenas 24 horas, imagine só em 24 anos...
Será que no futuro vou olhar para trás, para o que já escrevi e pensar o quão idiota eu era? Achar que as historinhas bonitinhas da menina sonhadora são uma completa tolice? Bom, como diria meu pai: "Saberemos quando lá chegarmos!"

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Entre Nós e Sorrisos

Basta fechar os olhos e refletir por alguns instantes para que lembranças boas e sentimentos que você não quer perder cheguem à sua mente.
É necessário pensar que tudo tem um começo e um fim e que no meio é quando tudo acontece, principalmente onde relações sentimentais são estabelecidas.
Algumas dessas relações, como entre pais e filhos, são nós cegos, que nem uma assopradinha desfaz. Outras, assim como os laços bonitos e bem feitos, paracem dar certo no princípio, mas quando o tempo passa, o cadarço afrouxa e as duas pontas se desatam.
Algumas pessoas não aprendem a amarrar o cadarço sozinhas e precisam de ajuda, se você estender a mão, pode acabar se surpreendendo, pois, assim como a dúvida se meu tênis brilha ou não no escuro, a vida é uma caixinha de surpresas e isso nem os otimistas diriam.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Não seja cúmplice da culpa

O dicionário identifica culpa como desleixo, mas também como crime e pecado. Muitos nunca foram procurar esta palavra, afinal é algo que aprendemos desde pequenos. A definição é realmente "pesada" demais, porém a culpa a longo prazo também pode ser.
Quando se é pequeno, os pais sempre falam para contar a verdade e mencionam o peso da culpa sobre os ombros, porém correr no parquinho elimina qualquer grama de coisa ruim.
Pensei em dois exemplos mais amplos de como tentamos nos livrar da culpa, de uma maneira quase automática.
O primeiro é quando falamos do meio ambiente. Quantas pessoas estão conscientes de que não ajudam o planeta em nada? Tudo o que você escuta é: "Pelo menos eu faço a minha parte!".
O segundo exemplo acontece, creio eu, com 99% das pessoas. Quando se fala da vida, o que as pessoas respondem é: "A vida passa rápido!". Ninguém diz: "A vida passa em um ritmo bom, eu que não sei aproveitar!".
Bom, é da nossa natureza tentar se livrar do que nos é incômodo, mas para que se livrar se podemos evitar?

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Vergonha é pouco

Que estudante nunca perguntou, ou pelo menos pensou em perguntar a seguinte frase: "Para que eu preciso disso?". Quando digo "disso", me refiro à matéria aprendida na escola. Muitos ainda acreditam que não precisam de matemática, mas, já parou para pensar que se ela é considerada a "língua universal", deve ter algum sentido? Nada do que é aprendido é totalmente inútil ou totalmente útil. 
Não defendo que alunos têm a razão ao desprezarem a matemática, nem que os professores estão certos quando querem que decoremos um texto gigante!!
Bom, o fato é que durante o ENEM são escritos tantos absurdos que é necessária uma atenção especial.
Por exemplo, separei algumas Pérolas do ENEM de 2010 para avaliarmos se esse é o futuro que estamos construíndo, pois parece até que fica alguém inventando essas frases estapafúrdias.
  • ”O Brasil não teve mulheres presidentes mas várias primeiras-damas foram do sexo feminino”.
  • ”O bem star dos abtantes da nossa cidade muito endepende do governo federal capixaba”.
  • ”Animais vegetarianos comem animais não-vegetarianos”.
  • ”Fidel Castro liderou a revolução industrial de 1917, que criou o comunismo na Russia”.
  • ”A História se divide em 4: Antiga, Média, Momentânea e Futura, a mais estudada hoje”.
  • ”Os índios sacrificavam os filhos que nasciam mortos matando todos assim que nasciam”.
  • ”A capital da Argentina é Buenos Dias”.
  • ”A prinssipal função da raiz é se enterrar no chão”.
  • ”As aves tem na boca um dente chamado bico”.
  • ”Os egipícios dezenvolveram a arte das múmias para os mortos poderem viver mais”.
  • ”O nervo ótico transmite idéias luminosas para o cérebro”.
  • ”A Geografia Humana estuda o homem em que vivemos”.
  • ”Os Estados Unidos tem mais de 100.000 Km de estradas de ferro asfaltadas”.
  • ”As estrelas servem para esclarecer a noite e não existem estrelas de dia porque o calor do sol queimaria elas”.
  • ”A ciência progrediu tanto que inventou ciclones como a ovelha Dolly”.
  • ”O Papa veio instalar o Vaticano em Vitória mas a Marinha não deixou para construir a Capitania dos Portos no mesmo lugar”.
  • ”Onde nasce o sol é o nacente, onde desce é o decente”.


Dá para se divertir, mas você contrataria alguém que respondesse isso em uma prova?
Vasculhando alguns e-mails encontrei essa imagem bem curiosa...





Sem comentários... 

quarta-feira, 2 de março de 2011

A Verdade sobre o Mundo Infantil!

Contos de fadas que fazem crianças e alguns adultos sorrirem e se emocionarem não são raros, mas poucos prestam atenção no que está por trás de todas estas histórias.
A quantidade de versões que existem são inúmeras e cada vez o conto original vai se perdendo. Fazendo uma rápida pesquisa descobri que histórias como a da Cinderela, da Pequena Sereia, da Chapeuzinho Vermelho e até dos Três Porquinhos possuem uma versão bem medonha, onde os personagens principais matam os outros e todos saem prejudicados no final!
Mas, este não é o meu foco, além de uma versão sombria, também é possível vermos uma parte engraçada em meio aos tantos "Viveram felizes para sempre!", por exemplo:
  • Capeuzinho Vermelho:
    A história já começa com uma mãe desnaturada que manda a filha ir pela floresta, mas com cuidado!! Ou é pela floresta, ou é com cuidado, os dois não dá! Mas, não para por aí, ela encontra um lobo e ele a engana com relação aos caminhos. Agora me diz, para que ele fez isso? Ele queria a cesta de doces? Ou será que ele também queria visitar a Vovózinha?
  • Branca de Neve:
    Esta é uma história que beira a loucura, mas vamos lá! Os personagens são uma Madrasta maluca que fala com o espelho, um caçador que tem compaixão (o que não é típico desta figura), 7 anões que trabalham em uma mina no meio da floresta e uma moça, aparentemente inocente e branca como a neve! Sempre que penso na figura da personagem principal, igual à um cadáver, dentro de uma casa minúscula, varrendo e cantando com esquilos não posso deixar de rir! No fim, a Madrasta faz uma poção para virar uma bruxa feia (logo ela que era devota da beleza) e envenenar a "pobre e coitada menininha" com uma maçã! MAÇÃ! Só posso avisar para a Branca de Neve aquilo que as mães sempre falam, nunca abra a porta para estranhos! Pobre menina!
  • Três Porquinhos:
    Assim como as outras histórias, os porquinhos vão morar na floresta! E decidem cada um construir sua casa, os materiais são palha, madeira e tijolo! O que acontece? Aparece um Lobo, faminto e que decide bater na porta! Se ele estivesse realmente faminto teria arrombado e fala sério, a primeira casa era de palha, qualquer um derruba esse material! O porquinho consegue fugir e não entendo como, ou ele corria muito rápido, o que não acredito, afinal era um porco gordo, ou o Lobo era suficientemente retardado  para deixar a sua presa fugir. Por último, o vilão queria derrubar as casas assoprando! Ele achava que um simples assopro iria derrubar uma casa de tijolo! Sem comentários...
  • Cinderela:
    Essa história já começa de uma maneira triste, pois o pai da personagem principal morre e ela vai morar com sua madrasta e duas irmães más, o que é preconceito, pois elas nem tinham se visto ainda e já eram rotuladas como más! O príncipe resolve fazer um baile para escolher sua noiva. Duvido que ele tenha visto a cara de todas as moças, pois quando se trata de casar com o príncipe, até tia velha deve ter aparecido como candidata! Cinderela surge, no topo da escada, e todos param para olhá-la, agora, ela devia ser muito metida pois foi direto dançar com o príncipe e não o largou até o fim da festa, onde fugiu para omitir a verdade! Isso mesmo, Cinderela era mentirosa e queria esconder que era pobre! Por fim, o sapato de cristal que uma fada surgida do nada deu para Cinderela, vira o objeto de desejo e passa pelo chulé de todas as moças, mas quando Cinderela o calça, serve perfeitamente! Isso é quase impossível, vai dizer que não tinham duas pessoas calçando 35, 36, seja lá qual for o número?
 Por isso, pensem bem antes de contar uma história e dizer que é bela e maravilhosa, pois "Era Uma Vez" pode ser o começo de uma emboscada!
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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Gráficos podem te fazer rir!

Durante uma aula de matemática, fazer contas, trabalhar com frações e montar gráficos são coisas simples. Mas, quando este último vira diversão, os risos são incontroláveis.
Fiz uma pesquisa e achei alguma imagens de gráficos que jamais vão estar em uma prova de sua escola, mas que são bem mais divertidos.
Todos eles peguei de um site que posta gráficos de todos os tipos, clique aqui para acessar o site. O nome é Porra, Gráfico!
Vamos as fotos:















Espero que vocês tenham gostado, foi só para discontrair!
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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Marcha nupcial ou fúnebre?

 Esse texto, de minha autoria, foi escrito no começo do ano passado e já que o achei, vou compartilhar.

Depois de subir as escadarias escorregadias por conta dos musgos que se proliferavam cada vez mais rápido e dos íngremes degraus por serem antigos, Rebeca chegava exausta na igreja, onde todos os seus sonhos mais exóticos seriam realizados, ela só precisaria dizer “sim”, ao lado de seu atual noivo Marco Antônio, que se tornaria seu marido.
Tudo corria na mais perfeita harmonia, o mar azul que brilhava tanto quanto o céu, fazia um constraste perfeito com a beleza do orvalho sobre as plantas e flores, árvores frutíferas completavam o clima propício ao casamento.
Os convidados estavam presentes, a música, a marcha nupcial, estava tocando, Rebeca, linda em seu vestido de noiva branco como as nuvens com um colar de pérolas e uma tiara de flores campestres, entrava sobre o tapete vermelho ao lado de seu pai, ambos tinham um sorriso estampado no rosto. A cerimônia seguia nos conformes até a tão esperada pergunta que mudaria a vida de Rebeca, mas antes que o Frei pudesse terminar a frase, a porta da igreja se abriu rasgando o silêncio, e lá estava Valquíria, maltrapilha, suas roupas eram asquerosas e não demorou muito para que um odor muito forte invadisse todos os cantos da igreja e incomodasse os convidados. Valquíria disse que Rebeca não poderia se casar com Marco Antônio, um homem no auge de sua vida profissional, rico e charmoso que tinha olhos cor de amêndoa, cabelo grisalho e um sorriso apaixonante, pois este, dizia a mendiga totalmente embriagada, estava de casamento marcado com ela.
Rebeca não teve tempo de se defender, pois foi violentamente atacada por Valquíria, que em meio a gritos e tapas acabou por matar nossa noiva que foi enterrada em um cemitério ao lado da igreja.
A família de Rebeca ficou desestruturada, e viveu anos de tristeza e sofrimento, Valquíria fugiu para bem longe, com medo de ser presa e Marco Antônio foi morar com sua avó, que estava muito doente.
Deste dia em diante, a igreja ficou vazia, casamentos não aconteceram, batizados muito menos e a igreja só servia para missas de sétimo dia, quando a marcha fúnebre ecoava nas paredes e fazia lágrimas escorrerem em rostos que um dia foram felizes.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Ser constante é um dom.

Quem está acostumado a escrever em um blog, uma revista, jornal e ... sabe que não é fácil encontrar inspiração. Quando você percebe já se passou uma semana desde que seu último texto foi publicado e é preciso atualizar a página para que os leitores não desistam de acompanhar.
Sei que manter um blog é mais simples do que trabalhar em uma revista, uma vez que o blog não é um trabalho e não dependo disto, posso ficar um mês sem escrever e ainda assim vou ter o que almoçar. Porém, escritores que possuem uma coluna precisam de ritmo e temas constantes. Estive pensando, como eles conseguem tanta inspiração, de maneira que em cada semana falam sobre uma coisa diferente? Deve ser realmente difícil.
Esta regra se aplica a muitas outras áreas da arte. A música por exemplo, o que os fãs de um determinado cantor devem pensar quando este passa anos sem lançar um CD ou uma música de sucesso? Ou o que fãs de um ator sentem quando este fica afastado de filmes e novelas?
A única coisa que posso dizer é que, todos merecemos um descanso, a inspiração vem para poucos e se até Shakespeare sumiu por sete anos, porque nós não podemos ter uma folga das correrias do século XXI?

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terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Quando o novo vira velho.

Todos temos que concordar que apenas telefonar para pedir um remédio, um filme ou até mesmo uma pizza é uma enorme comodidade. Agora, até que ponto  evolução da tecnologia passa a ser negativa?
Já escrevi sobre o uso excessivo dos eletrônicos e o como isso faz mal não só para a saúde, mas também para os relacionamentos da "vida real". Mas, meu foco hoje é: a necessidade de criar coisas novas e que ficam ruins.
Bom, é perceptível que todos, ou grande parte dos filmes lançados no cinema estão disponíveis nas versões 2D e 3D. Neste caso os filmes infantis são a maioria, pois só a ideia de ter o personagem principal pertinho de você, na mente de uma criança, é uma coisa esplêndida. Agora, alguns filmes estão exagerando na dose da 3ª dimensão, quando colocam até o plano de fundo e as legendas em 3D, as imagens se confundem e você não sabe se o personagem está atrás da casa ou se é ao contrário. O resultado é uma dor de cabeça terrível, digo isso por experiência própria.
Outro exemplo são as grandes empresas que lançam um produto e mostram o quanto ele é bom e vai "mudar a sua vida", meses depois surgem com outro, aparentemente igual, mas que segundo os criadores tem uma tela melhor, ou é menor, o que, sinceramente, acho que não é motivo para as pessoas passarem a achar que o seu aparelho que era a última moda se tornou obsoleto.

Esses são alguns exemplos, agora basta cada um fazer uma reflexão, rever se é realmente necessário trocar de carro, comprar mais roupas ou até se mudar só porque a televisão e os vendedores dizem que esse novo produto é melhor que o anterior. Lembrem-se, eles só querem vender.

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segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Busca aprofundada.

Sabe aquela informação que você procura em todos os sites que você possa imaginar e não acha. Naturalmente, o que a maioria de nós faria é procurar no Google, agora muitas vezes não encontramos o que queremos, pensamos em uma maneira de trocar as palavras escritas para ter um resultado mais preciso, mas nem isso resolve.
Pois é, todos já passamos por isso alguma vez, então fiz uma seleção de alguns sites diferentes e que são pouco conhecidos:

Esse site eu descobri faz pouco tempo e realmente funciona. Ele serve para quem quer mandar uma carta para alguém famoso e precisa do endereço. Muito bom não é?

Esse só serve para aqueles que querem escrever uma poesia em inglês, mas não encontram a rima certa, é só procurar neste site.
Este daqui também é só para quem fala inglês, pois ele tem vários episódios na íntegra de séries, além de outros tipos de vídeos também!


 
Esse é brasileiro e mais conhecido do que estes outros. 
Funciona de uma manera simples e muitas vezes é mais útil do que o Google.
Você se cadastra, faz uma pergunta e as pessoas respondem quase que ao mesmo tempo por ser muito conhecido e acessado.





Esse é ótimo para fazer montagem de fotos e edição. Sem falar de todos os efeitos disponíveis para ter uma foto personalizada.


 
Esse site serve para aquelas pessoas que precisam de uma dica de livro, você lê e comenta se gostou ou não.
Esses são alguns dos sites que poucas pessoas conhecem e que nos podem ser úteis!
Comentem!
Bjs